Voltei gente,
falei que não demorava? Hehehe E agora eu vou falar das escolas maravilhosas
que existem pelo mundo que implantaram métodos muiiiito não tradicionais de
ensino. Summerhill e Escola da Ponte. Lindas escolas que prezam pela liberdade
de escolha dos seres humanos com aulas que não são obrigatórias as presenças.
Individualizando e fazendo o ser humano buscar através do instinto o que
precisa e desenvolvendo-se no seu ritmo, mas em nenhum momento pecando pela
disponibilidade do ensino. Parece um pouco com o que a UnB implantou, né?
Se você
estiver com tempo livre, vou deixar aqui um filme sobre Summerhill, que eu AMO
DE PAIXÃO. Infelizmente não tem legenda e inglês britânico é difícil, mas se você ta disposto a entender e deixar de
entender muitas coisas, só pela experiência. Vem assistir!
https://www.youtube.com/watch?v=TxngqMavda0 (coloquei o link porque o meu querido blog não aceitou um vídeo tão longo :( )
E se você não
quiser ver o filme, tem um resuminho maroto da Wikipedia aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Summerhill_School
E temos também
a Escola da Ponte, não é tão igual, mas também prioriza a liberdade de escolha
das crianças.
Ambas as
escolas apresentadas são tidas como revolucionárias e ameaças para as escolas
tradicionais, pois pregam um pensamento muito libertário para sociedades extremamente
fechadas. E adivinhem qual teoria estaria centrada na pessoa e no que ela quer
e não definindo arbitrariamente o que ela precisa? Sim, estamos de volta a
Rogers (porque quase tudo que é bom e novo, gira em torno dele). A Teoria
Humanista é que rege o Método de Instrução Personalizado. (Conheça mais aqui)
Já a teoria do
reforço é de Skinner (nunca falamos sobre ele, mas ele é famoso na Psicologia
Escolar: http://www.psicoloucos.com/Skinner/teoria-do-reforco.html).
Nesse vídeo do
meu amado Sheldon Cooper, ele usa o reforço como forma de treinar a namorada de
seu amigo a repetir comportamentos que ele acha correto:
Para falar a
verdade, eu considero isso como recompensa, mas há quem defenda que isso é
reforço.
E em
Summerhill e Escola da Ponte, o único reforço que os alunos recebem é a
satisfação pessoal de aprender algo que julgavam necessário para si mesmo, o
que pode também se relacionar a satisfação do meu namorado (lembra?) ao saber
que tinha avançado na matéria quando obtinha sucesso. Então para simplificar de
vez o método e a teoria do reforço, vamos lá:
O aluno vai
aprender através do seu ritmo, sem ser forçado pelo professor a ter certos
comportamentos, terá ajuda dos monitores e instrutores, pensando sempre no
individual do aluno, mais que no coletivo dos resultados da turma. Quando
reforçado através do êxito, será levado a continuar tendo sucesso e
consequentemente aprendendo, e não decorando, pois não há tempo definido, o
tempo de aprendizagem realmente existe. E desta forma, as teorias de Rogers e
Skinner se encontram, formando um método de ensino mais humanizado e que preza
pelos instintos naturais do ser humano, que são de sempre se superar, ser sua
melhor versão. Os métodos de ensino tradicionais podem matar este instinto de
superação, transformar tudo em uma competição, e atrasar ou apagar esta tendência
natural do ser humano, transformando-o em apenas um produto do sistema e
desligando suas vontades e necessidades pessoais. Porém, PODEM é a palavra
chave. Tanto a teoria humanista e de reforço, quanto a tradicional, PODEM mudar
as coisas.
Bom, e é isso
pessoal. Tudo que eu tenho a falar sobre ensino revolucionário, no momento é
isso. Hehehe sempre estou aprendendo mais! Quem sabe não volto aqui com alguma
atualização do mundo escolar?
Então é isso
pessoal, bom final de semana. Divirtam-se!
Beijos e até
semana que vem!
E o texto que eu li você encontra aqui.
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